Clássicos brasileiros encontram Drácula.
Achei uma leitura bem fluída e divertida, é escrita da mesma maneira que Drácula, através de diários, recortes de jornais e cartas. Obviamente você pode esperar várias referências à literatura clássica num geral, não somente aos livros mencionados, e aqui eu devo admitir que nunca li Quincas Borba, então certamente perdi várias mas não afeta o entendimento do livro.
Gostei como o autor brinca com as características mais populares do livro, como o autor defunto ou se Bentinho é um narrador confiável ou não, também gostei das descobertas sobre o Drácula através de fofoca, achei muito brasileiro.
Enfim, leia sem medo mesmo que você não conheça as histórias originais;
Não esperava gostar tanto do livro, apesar de ser um grande livro de contos sobre os personagens presentes e não ter muito sobre a história inicial.
Eu ouvi através do Storytel (plataforma para ouvir e ler livros) e o Mauro Ramos faz um excelente trabalho narrando o livro, então, se você tiver a oportunidade, use esse método.
Gostei, é interessante. É uma história que você quer saber o por quê dos assassinatos e gosto como parece que a pergunta final fica pra você responder, apesar de termos uma resposta.
Ouvi por audiobook e é muito bom, muito imersivo, me deu alguns sentimentos conflitantes com a história, já que o livro no Google Play está incompleto, eu tive que procurar outras versões pra ver se era aquilo mesmo, e que bom que procurei.
Gostei da maioria dos contos, apesar de terem temáticas sobrenaturais, são contos sobre pessoas e os vários aspectos da humanidade.
Os meus favoritos foram dois fio da mãe talentosos, Cascavéis (o que é bom considerando que comprei mais por ele) e O homem das respostas (muito obrigado sobrinho do Stephen King por ressuscitar este conto)
É um livro divertido, a leitura é fluida, é um clássico do gênero e gostei dos personagens, apesar de que alguns deles vão te irritar, mas eles estão lá justamente para isso.
Meu único problema com é a primeira parte, não é totalmente inútil, mas senti que no final foi ignorado, aqueles personagens do começo ficaram meio aleatórios no final.
Que livro maravilhoso, a escrita é boa, a R. F. Kuang consegue fazer todo o ambiente acadêmico ser interessante - apesar de achar interessante, não creio que vá ser um livro pra todo mundo por causa disso.
É um livro de várias camadas que te faz pensar em várias coisas e realmente vai te deixar refletindo sobre o quanto que devemos, ou não, utilizar de violência.
Mais uma tragédia que podia ser evitada e não foi, sabe-se lá por que, já que o clube tinha dinheiro pra isso, mas era mais conveniente só continuar pagando multas a fazer o necessário.
Esse livro é mais um trabalho emocionante da Daniela Arbex, como já disseram aqui, o livro é mais focado nas vítimas do que na investigação da tragédia, mas ainda sim é uma boa - e necessária - leitura.
Esse volume traz uma história policial, envolvendo mais o grupo do Mustang junto com os irmãos. Gostei bastante disso, não me lembro de ter muitas colaborações entre eles no decorrer do mangá a não ser no final - apesar de achar estranho o Roy chamando o Edward de apenas Ed, não creio que ele faz isso na série, mas nada que atrapalhe.
É uma história divertida, facilmente algo que estaria na série, mesmo como filler, é uma boa leitura pra quem é fã.
“Edward sabia que não era uma boa ideia causar confusão ao chegar em uma cidade” o que nunca o impediu
Não me lembrava de nada do que acontecia, inclusive achava que era os Elrics que iam presos, mas não tem uma parte que eles se separavam? Enfim podem ter mudado no episódio.
Legalzinho, é realmente um episódio filler de Fullmetal
⭐⭐⭐.5
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O mistério do 13° armazém
hahaha, eu amo essas palhaçadas, um conto bem divertido, foi bem diferente do episódio, que foi bem curtinho, só uma parte, então o conto acaba sendo melhor, até pela maior participação do Havoc, que claramente só tá lá pelo caos.
Obs: podia jurar que já tinha ouvido a história dos floristas, mas vá saber, ouvir muito caso bizarro da nisso.
⭐️⭐️⭐️⭐️
A escrita da RF Kuang é muito viciante, te faz ficar pensando em como você quer continuar lendo enquanto você não está.
A protagonista é muito interessante e por mais que ela diga que não fez todas aquelas coisas de propósito, claramente ela também não pensou muito antes de faze-las.
O livro traz reflexões interessantes sobre como é a indústria, e também faz a gente repensar nossa relação com a Internet.
Começamos a partida da Karasuno e Kamomedai e as coisas não parecem boas pra Karasuno. É bom quando conseguem passar as dificuldades da equipe e a tensão da partida.
Obs.: amo ver a galera de fora comentando (as outras equipes não querendo que a Karasuno perdendo, mas não querendo admitir é sempre maravilhoso haha)
Foi bom de acompanhar, fluido, a Holly é bem interessante, e tenho que confessar que perdi a evolução dela, já que só li Mr. Mercedes.
Confesso que não esperava a Emily ser a mente por detrás de tudo e nem que ela tivesse tanto ódio a ponto de preencher páginas e mais páginas com as mesmas frases, mas acho que é isso que o preconceito faz né? Cega as pessoas.
O que a Holly diz no final é bem verdade, esses casos - de gente real - são piores e mais assustadores que qualquer assombração.
Um livro pra você ler em uma sentada, sem falar que a escrita é muito boa e te prende. Você obviamente imagina o que está acontecendo e mesmo assim você ainda dúvida se aquilo, de fato, pode ser real. O livro mostra o quão assustador deve ser não poder confiar na própria mente, mas, por outro lado, como é triste o nível que o luto pode chegar.