Este livro sabe a infância. Uma vivida, outra relatada, muitas fantasiadas.....mas não foge à sua essência, não nos deixando fugir da nossa. Foi uma porta para o passado, para a compreensão do muito que ficou em dúvida e que agora se revela nas gírias de alguns parentes, nas experiências de tantos mais. Aqui há uma poesia escondida em cada frase de uma personagem que vai amadurecendo não só a pessoa como o seu olhar pelo mundo, relatando-o de acordo com as suas ferramentas linguísticas. Sorri, sorrio, continuarei sorrindo como ode a esta estreia deliciosa!
From all the feelings fed inside of me, I knew that I would explore them through a book. I've spent lately weeks searching for a book that could enable me to discover myself while jumping around from sentence to sentence. I've been hearing a lot about TSHOEH but for some reason, it never clicked.
Until I read the first words getting along without even noticing. I really loved the feeling of consuming theses words as if my life depended on them. This was the book I was searching for: one that reminded me of the cosy experience of abstraction, one in which I could dive without fear, one so damn elaborated that even the little mistakes would look like premeditated.
Evelyn is such a badass. Her humanity inspired her to take decisions that a regular human could have never. She got the guts, the core, the strength to act even against her own wills just to get wherever she wished.
I inhaled one or many sentences with grace. And certainly a little seed of Evelyn is now implanted on my mind so I can never forget to check on my desires. Life's about that: respecting my soul before putting others in front.
I need to think more about this.
Don't know for how long.... but no doubt that'll never abandoned me either!
I clearly related with the story of ghosts, wouldn't almost of my life be about love disappointments, specially when it comes to receive ghosting. Something pretty similar happened to me as it did to Nina, several times in a row. Because of that, I'll keep this book on my memory as one that talks about half of my life story.
Nevertheless, I feel that something is missing here. Maybe some more deepness, more development, I don't know. Maybe I'm becoming more demanding about my readings. I still have to figure it out.
I was expecting something more dramatic, attached with moments of clarity. Nina seems a forced character that knows it all, probably a bit pride ... which is okay, if it had some explanation around it. What happened to her? Why is she like this? What's her real deal?
Oh well. Regardless, I still want to read other books from Dolly. I find her way of thinking pretty interesting and I'd like to see it in other contexts!
Não estou a conseguir digerir mais deste livro.
Acredito que a sua mensagem, como um todo, tenha um impacto positivo na vida dos demais. No entanto, estou há 140 páginas a ler praticamente a mesma coisa, só que em contextos diferentes. Não sei se pelas minhas últimas experiências, a descoberta que tenho feito da espiritualidade por outros meios, ou mesmo pela própria desconstrução da religiosidade....mas este livro está a retirar-me mais do que a acrescentar.
Não costumo ser tão exigente com leituras, contudo, esperava outra coisa. Talvez tenha tido as expectativas muito altas e o que procuro não se encontra aqui.
Longe de entrar na espiral de “não estar pronta para a iluminação”, porque nem sequer se trata disso. A maneira como a mensagem é transmitida não estimula.
Que esta opinião não desmotive ninguém a pegar nele. Comigo não está a resultar, simplesmente.
Não sei ao certo por onde começar...
Adoro livros que me colocam a considerar tudo em relação à minha vida... sobretudo quando o registo baseia-se em factos e práticas do dia-a-dia. Ultimamente, é o que tem feito mais sentido para mim depois de meses desconectada da minha essência, dos meus porquês. Não respondeu a tudo, mas já me ajudou a dar umas quantas voltas conscientes pelo coração.
Ainda a absorver... Incrível como todos os livros do murakami são autênticas viagens...! Nunca sei ao certo o que dizer deste, em específico. Tem tanta coisa boa, como peca por outras mais... Talvez, seja melhor dar um tempo entre o que foi lido e as minhas futuras interpretações, para que não seja dito nada de incongruente com esta experiência.
I could manage to do any type of joke about being or not being represented in art, but I won't. This book is no joke for someone who had/(s) constant intern fights about being black in a strange society. It was, by far, the first book I read and saw some of my problems written and developed, without masks or an attempt to hide what happens in our daily lives. Chimamanda did what I willing to do with words... She changed me and I appreciate that!
Palavras que me facultaram momentos de pura emoção, por me relembrarem que eu jamais estarei no caminho errado, contando que sinta estar a fazer o correto. Numa altura em que mal consigo criar o que quer que seja, dentro do que me é usual, deixou-me alegre ver escrito que ser-se criativo não tem limites e não se restringe a uma só área. Só ato de respirar faz parte da criatividade, portanto, o que quer que eu faça, desde com amor... Que rica aparição na minha vida!
Incrível como as mensagens desta transcrição corresponderam com a minha atual fase de vida. É como se as mentes de Osho, as dos meus terapeutas e a minha se tivessem unido numa só. Na realidade, é o que acontece constantemente, a diferença é que nem todos se apercebem deste fenómeno tão belo e que vinca o fantástico do universo.
Sem dúvida que continuarei a investir em Osho e nas suas palavras!
Nunca tinha lido Mia Couto. E como manda a lei do desconhecido, há sempre um receio de não me dar bem com um autor novo. Contudo, a vontade de tornar a ler com mais frequência, anexada à curiosidade que há muito pendia conduziu-me a esta leitura. Leitura que se fez rápida e pela qual me enamorei, não fosse a escrita de Mia rica em contornos elegantes e de uma simplicidade que conquista qualquer um. Além disso, faz uso do linguajar da sua terra e na qual nasceu, e que regista através das personagens, as emoções que brotam de um determinado local, os provérbios e as lendas... Há lá coisa melhor do que aprender continuamente através dos livros e das histórias que contam?
Gostei d'Um Rio Chamado Tempo, Uma Casa Chamada Terra por tão bem refletir como é estarmos longe das nossas origens e, por razões que nos fogem ao controlo, termos de regressar e enfrentar realidades que, indiretamente, fazem parte das nossas. Recordou-me da minha e das histórias dos meus pais, por exemplo. Além de me ter também identificado com certos aspetos da cultura moçambicana, embora não faça parte da minha árvore genealógica (até onde sei hehe).
É por livros destes que me recordo, sem dificuldades, do porquê de amar ler. Das razões que me levam a transcender e a explorar outros mundos. Quiçá se o mesmo não acontecerá com a próxima pessoa que o ler também!
Sinto-me empoderada com a quantidade de informações que este livro me deu, para além de me ter estimulado a rever a nossa sociedade e em como ela necessita, seriamente, de sofrer uma mudança! É pequeno, mas o suficiente para nos incitar a pesquisar mais acerca dos assuntos desenvolvidos nas pequenas teses que o compõem! Uma sugestão que faço sem pensar muito!
umportuguêspormês
Foi o meu primeiro contacto com este autor. A literatura portuguesa é simplesmente fascinante, de uma idiossincrasia poética, por muito desinteressante que seja o texto, ou pelo menos, por muito limitado que seja o nosso entendimento para com as camadas escondidas numa frase. De cinco contos, os dois últimos foram os mais agradáveis de ler! Não posso dizer que vá, de momento, querer ler outras obras de Urbano Tavares Rodrigues, porém, não descuro a opção!
O início deixou-me entusiasmada, mas com o decorrer da trama, esse brilho foi-se desvanecendo. Não que tenha despencado, mas houve ali qualquer coisa que falhou... Talvez, seja curto demais; talvez, eu é que precise de pensar um pouco mais sobre o assunto; de qualquer das maneiras, não foi mau nem bom. Há muitas questões filosóficas pertinentes e que merecem a nossa atenção; quanto a esse aspeto, é uma história interessante de se explorar e equiparar com muitos filmes e séries que nos entretêm, diariamente. Sem dúvida, que se inspiraram neste livro! Enfim, ainda me vou debruçar mais e pesquisar um pouco!
Gosto da fluidez de leitura que as bandas desenhada proporcionam e este início não poderia ter sido mais prazeroso, direto e fofinho. Sim, fofinho é a palavra que melhor define o primeiro volume desta série! Gostei tanto desta introdução às personagens, já só quero explorar o segundo e aguardar pela oportunidade de ter os restantes livros nas mãos!
É por obras destas que me faço por recordar as razões que me levam a gostar tanto de fantasia!! Vou tirar um bom tempo para processar toda a informação que fui consumindo neste último mês na companhia deste livro, pois, ele merece cada momento de reflexão pausada e analítica!! Levei anos até o ter em mãos e acredito que, numa altura mais precoce, não o teria apreciado tanto... Tudo a seu tempo, não é verdade?
Só o avalio como tal por ser tão curto! O conteúdo, do meu ponto de vista, poderia ter sido utilizado como introdução para uma obra mais extensa e desenvolvida! Contudo, gostei do que li e serviu-me como um reminder do que guardo em mim e dos direitos que sei poder alcançar, se lutar por eles com garra! Sinto-me inspirada para ler toda a bibliografia de Chimamanda!!