Uma viagem que perdurou por dois longos anos. E que bom que foi. Não há palavras que poderão fazer jus a este sentimento que me completa de cima a baixo, este contentamento por ter conhecimento de que esta talvez tenha sido das melhores experiências literárias da minha vida! Ingressei tarde, no entanto, nunca se é velho de mais para se nutrir um genuíno sentimento de amor e admiração por esta saga. “O Rapaz Que Sobreviveu” tornou-se num velho amigo, cuja existência não aceitei logo ao início, mas com o qual simpatizei sem dar por isso. E ainda bem que assim o foi!
Há alturas em que esta saga chama por nós, e outras em que deixa a desejar. No entanto, é tão bom pegar nos volumes e viver toda a adrenalina que se liberta no sangue! Ainda me faltam dois livros para fechar o ciclo #DEATHNOTE, e mal posso esperar para fazer um apanhado geral! Espero não me desiludir!
Este livro compele todos os ingredientes que o levam a ser consumido pelas pessoas que se deem ao trabalho de o ler e ir estudando, ao longo da narrativa. Há muita coisa por se dizer, em breve falarei dele no blogue, contudo, a mensagem que Nabokov nos oferece é bastante simples: nós, enquanto pais, educadores, seres humanos, devemos ter cuidado com as nossas crianças, não as deixando vulneráveis ao ponto de sofrerem nas mãos de alguém que, outrora, fora da nossa confiança.
“Lolita” é uma obra pesada, densa, chocante, quase que imoral. Temos presente uma construção de cenários, personagens e temporalidades fantásticas, que embora cansativas ao início, vão-se tornando cada vez mais fluidas.
Um livro que merece ser lido por todos!
No blogue: http://avidadelyne.blogspot.com/2017/06/book-review-o-vilarejo-raphael-montes_3.html
2h que decidi pincelar com outros tons, acabando por criar um cenário que não estava nada à espera. Peguei neste livro depois de tanto ouvir acerca dele, e tenho a dizer que apesar de me ter sentido super desconfortável com o desenrolar da trama, o que me chocou nem foram as acções das personagens, mas sim o facto de existirem pessoas assim ao longo do planeta, capazes das maiores atrocidades.
Aconselho bastante a sua leitura!! Assim que falar com mais detalhe no blogue, deixarei aqui o link!
3.5/4
Agora que tive esta segunda oportunidade para criticar a escrita de Nicholas Sparks, confesso que não tenho muitas negativas. É verdade que ele tem o talento de pegar numa situação super banal e romantizá-la até mais não, e embora a tradução me parecesse um bocadinho desleixada, há que admitir que este senhor sabe bem o que faz, nem que isso se baseie na simples romantização dos factos. Este livro é bom, ensina-nos algumas lições, contudo, não é o melhor que já tenha lido. Em tempos foi, mas não agora, depois da minha lista de leituras ter aumentado. Retirei algumas lições importantes, mas dessas falarei no blogue.
Eu esperava muito deste livro. Peguei-o com a sensação de que gostaria mesmo muito, não fosse pelo facto de me terem emprestado a saga inteira de “Death Note”. O que eu não esperava é que esta estranha sensação de dízimo se apoderasse de mim de forma tão forte. Sim, sinto-me derrotada após esta leitura, de tão boa que foi! Se conhecem a saga, ou se estão para começá-la, leiam primeiro este livro, e depois conversamos. Aposto que não só eu me sentirei assim tão desamparada!
SUPER RECOMENDO!
Opinião completa no blogue: http://avidadelyne.blogspot.pt/2017/01/book-review-o-assassinato-de-roger.html
Fiquei realmente chocada com toda a história deste livro. Presumo que a maior parte das pessoas tenha entrado em choque com o final - eu inclusive, não posso negar -, contudo, a construção de toda esta trama intrigou-me. E fiquei intrigada porque está tudo bem construído. Não sei se era essa a intenção da Agatha, mas este livro começa lentamente, um fator que me levou a desistir dele umas quantas vezes, mas insisti... De tanto insistir, deixei-me envolver e esse vínculo perdurou por dois dias. E ainda bem que assim o foi!
Este foi a primeira leitura que fiz dela, mas tenciono muito mais... Ai de mim se não tencionasse!
Opinião completa no blogue: http://avidadelyne.blogspot.pt/2016/12/book-review-cada-dia.html
Estou capaz de colher um misto de sentimentos em relação a este livro, mas nenhum que o deite abaixo. Todos eles são de carácter positivo e sinto-me feliz por saber que finalmente tive a oportunidade de o ler.
De todos os que já li, este foi de longe o meu preferido. Para além do forte desenvolvimento das personagens e do desenrolar das ações, este volume é denso, amadurecido, prazeroso de se ler. Embora seja dos mais tristes também, isso não anula o facto de me ter feito sentir em casa, de coração a transbordar e com um vício enorme a cada página. Pena estar quase a acabar de ler esta série, mas garanto que está a ser das melhores experiências de uma vida!
3,5/5
Demorei mais tempo a ler as últimas 70 páginas do que o restante livro, assim que decidi pegá-lo, quase um ano depois.
Comecei por ler esta trilogia com as expectativas demasiado elevadas. Adorei de amar o primeiro livro, li-o com uma vontade incontrolável e logo após bati de frente com o segundo livro, que para mim é o mais secante de todos. Em toda a obra não me senti satisfeita, tudo porque toda eu era só questões. Peguei no terceiro e último volume da trilogia e fiquei-me pelas primeiras 40 páginas. O segundo volume tinha-me roubado a energia e a vontade de continuar. ‘Maze Runner' ficou de molho por muito tempo, até há uma semana, quando decidi reler as 40 páginas que já tinha lido e continuar com a viagem. Confesso: a escrita simples deste YA deu-me cabo da cabeça, não estivesse eu já habituada a um outro nível de leitura. Mesmo assim, consegui avançar umas quantas páginas graças a esse fator. Em dois ou três dias, tinha metade do livro lido e estava esperançosa de o terminar em mais dois dias. Entretanto outros planos surgiram, interrompendo esta pseudo-maratona.
Criei muitas expectativas em torno das respostas que ansiava receber e lamento não me estar a sentir a 100% realizada nesse aspeto. Pese embora estas condicionantes, soube-me bem fugir das outras leituras e afogar-me em algo mais rápido.
Exetuando uma ou duas personagens, não senti que tenha existido muita evolução por parte das outras. Se no primeiro livro eu me via aborrecida com umas, neste último volume a situação permaneceu, senão mais agravada. A trama quase que não saiu do lugar, atravessando o mesmo mar de ação, essa que pouco evoluiu. Apesar de ter gostado do tema em si, penso que o James não soube tirar o maior proveito possível da mesma. Talvez tivesse sido preferível dividir esta trilogia por mais dois livros, desenvolvendo melhor a história em geral, de modo a acrescentar um pouco mais de ação e mistério na mesma...
Não me quero enrolar muito mais, visto que falarei desta trilogia no blogue. Assim que tiver tudo a postos, colocarei aqui o link.
Sem tirar nem pôr, este foi um dos romances mais bem escritos e produzidos que eu já tive a oportunidade de ler! Jane Austen forneceu-me as pistas necessárias para encontrar as verdadeiras razões de ser tão adorada pelo mundo fora. Ganhei um amor inexplicável pela Elizabeth e, pese embora o contexto histórico em que a personagem se insere, considero-a alguém dotada de uma força, inteligência e capacidades com as quais me identifiquei. O amor que a une a Mr. Darcy foi um produto tão bem trabalhado, com os resultados não poderiam ter sido melhores!!
Ainda tenho muito que dizer, mas isso ficará registado no blogue! Por enquanto, fiquem sabendo de que DEVEM ler este livro! Não se sintam amedrontados com a possibilidade de baterem de frente com uma escrita complicada; enganam-se. Ser-vos-á tão fácil a leitura, que quando derem por vocês, estarão quase no fim!
Levei o meu demorado tempo, mas nada melhor do que um leitura não muito corrida quando o nosso principal objetivo é o de compreender minuciosamente os factos que nos são apresentados. Não há como negar a grandeza deste livro, pese embora a categoria em que se insere. Em “A Ordem da Fénix”, a evolução da escrita de J. K. não passa despercebida. O quinto livro da série “Harry Potter” traz à tona explicações pertencentes às questões que, muito provavelmente, abrigavam as nossas mentes nos livros antecessores, estando os eventos muito bem explícitos, sempre carregados daquele mistério que muitas vezes passa despercebido aos olhos dos leitores. J. K. Rowling é uma mulher talentosa, mãe de personagens e cenários muito característicos e acolhedores. Posso ter barafustado com muitos dos vilões da história, mas em momento algum deixei de sentir os olhos a brilharem ou de felicidade, ou de tristeza. Quase chorei, de coração apertado, com a angústia que assombra Harry, mas eu sei que ele é uma personagem forte, caricata, capaz de enfrentar mais obstáculos... Existe muito a mencionar, mas preferirei deixar os comentários para quando elaborar uma publicação no blogue, com a minha opinião da obra em geral. Que venham daí os últimos livros!
P.S.: O Dumbledore... Sem palavras!!
Review completa no blogue: http://avidadelyne.blogspot.com/2016/05/book-review-as-interminencias-da-morte_14.html
Este livro em tudo tem para se tornar num ciclo vicioso, a partir do momento em que o terminamos. Toda a montanha que escalamos ao longo da leitura tem-nos reservada uma bandeira da vitória, com todas as explicações de que necessitamos, a modos de compreender a história. Acaba tudo por fazer sentido e a nossa mentalidade amadurece, sem que queiramos uma mudança drástica na nossa maneira de pensar.
Como já o disse numa das reviews ao longo da leitura, repito, Saramago veio ao mundo para ser um génio. Ele pensa e transmite isso como ninguém. Ele é um poeta que escreve em prosa e parece que nada o travava. Esta é uma história inteligente, perspicaz, “barulhenta”... Barulhenta no sentido de nos fazer estremecer a cada baque na nossa consciência enquanto seres humanos, observadores das ações dos nossos iguais. Nunca pensei que fosse terminar o livro tão depressa, embora quisesse que a leitura fosse um pouco mais rápida, porventura, isso não descredibiliza o facto de colocar à prova o que costumo dizer, “tudo tem uma razão de ser”. Agora compreendo quando dizem que este é um dos melhores livros para se começar Saramago. A escrita, apesar de pertencer única e e exclusivamente ao autor, está muito bem elaborada para que se torne simples, facilitando, e muito!, na interpretação de toda a obra. Eu não sei mais o que dizer, apenas que se amarrem a esta leitura e concluam, por vós mesmos, aquilo que quero tentar transmitir.