Definitivamente os livros da série “Wayward Childreen” deveriam ter mais 100 páginas tranquilamente, tanto pela riqueza dos mundos explorador quanto dos tópicos abordados.
Esse se tornou meu segundo livro favorito dentro de toda série principalmente pelo teor da história e como ela foi abordada (não necessariamente de maneira leve) por se tratar de abuso domiciliar.
Quando Antoinette “Antsy” tem cinco anos, algo foi roubado dela. Isso a deixa sem chão, pois algo precioso foi roubado dela, sua inocência. Essa história é sobre como vulnerável é importante é a nossa infância e uma vez que ela é roubada, você não pode ter ela de volta.
Eu realmente bato palmas como autora tratou desse tema de uma forma sensível e traçou bem o limiar entre a magia e a realidade e como ambas as coisas se relacionam.
* Agradeço ao NetGalley por ter me fornecido uma copia do eARC.
que audiobook é esse? a narração péssima! achei que eu ia conseguir pelo menos terminar de ouvir antes de acabar o ano... porém, não deu.
a história parece ser até bem que interessante e super curtinha. uma das coisas que me chamou atenção foi a ambientação que me lembrou dos contos do King, mas é só isso mesmo.
quem sabe depois eu tente pegar esse livro em outro formato.
Essa continuação não foi o que as minhas expectativas esperavam quando peguei para ler, achei que seria no mesmo nível do segundo volume. Infelizmente, não foi. Mas, isso não quer dizer que esse volume é “pior”, porque não é.
Senti esse volume mais “lento” e mais “parado” do que os outros volumes, acredito que tenha sido isso que me deixou com as expectativas sem ser atingida, porque esse volume pareceu uma ponte de transição para algo ainda maior.
Tirando as minhas expectativas que não foram atendidas de lado, um dos pontos mais do que positivos é que continua o desenvolvimento da personagem acrescentando ainda mais camadas, além das camadas acrescentadas no desenvolvimento e na expansão do mundo.
O que me deixa ainda mais surpreso é como pode ser feito tanta coisa em poucas páginas. Isso só reforça a força da escrita da Nghi Vo.
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*Agradeço a Tor e ao NetGalley por ter me fornecido uma copia do eARC.