350 Books
See allhe really got me with the last line of the acknowledgements ngl. I too have a passion for queer love stories, mental health awareness and the most beautiful sport in the world: tennis.
“to billie jean king for paving the way. you're a hero of mine and i have a photo of me dressed as you for halloween to prove it.” gays fãs da wta vcs sempre serão famosos.
na parte de agradecimentos, james lapine diz que foi levado a escrever esse livro porque acreditaram que ele tinha um memoir para dar ao mundo, e se dependesse de mim, ele teria vários. eu leria um livro sobre a criação de march of the falsettos, into the woods, passion...
além de ser uma pessoa extremamente particular na forma em que trabalha, durante muitas das entrevistas fica nitído que ele é também um diretor que se aproxima e se importa muito com seus talentos. algo que me chamou a atenção foi o relacionamento do james com o mandy patinkin. durante muito tempo (antes mesmo de conhecer a parte broadway da carreira do mandy) eu já havia visto boatos de que ele era um ator dificil de trabalhar e etc. achei curioso como o james lapine não só entendeu e abraçou a forma que ele trabalhava e funcionava, como também foi capaz de ver semelhanças entre os dois.
minha parte preferida foi o bilhete com as anotações que ele enviou, e o que ele disse para a mulher dele, kathryn: “When Mandy misbehaves, it's not because he is a megalomaniac. He's misbehaving because he's frustrated about the work.” She passed that remark on to me, and it was one of the kindest things anyone ever gave me. I know that people get afraid of my nature. [...] Sending me written notes gave me time to digest your thoughts. I still have those notes. Kathryn kept them all because she thought they documented the most extraordinary relationship between an actor and a director.
PATINKIN: When I was younger, I had a bad habit of trying to fix my problems by running away. One thing I've tried to learn through the years is to sit with the discomfort. But I had no idea how to do that then. I like the theater because you rehearse it. You don't get to rehearse life. So, I thought this was insane, and you were to blame. You know, who else was there for me to blame? LAPINE: Yeah, I think I went running out of the building and chased you down Forty-second Street.
na minha opinião, stephen sondheim é uma das pessoas mais fascinantes do mundo. e o modo como ele trabalha é muito interessante e, acredito que também devido aos professores que teve, ele é uma pessoa muito didática. nesse livro, ele fala muito do jeito que produz, mas também compartilha meios que o oferecem inspiração e também ensina de maneira direta. acredito também que o james lapine é um ótimo entrevistador. tem uma parte engraçada do livro em que ele e o sondheim estão jogando papo fora, e ele logo diz “ok chega disso, voltando pro seu processo criativo” e eles começam a falar sobre os ritmos das composições. algo que eu amei foi o sondheim explicando a diferença entre os livros de rimas especificos (#notanad). estarei checando.
no geral, acho que essa dupla meio que nasceu para trabalhar junta. obrigada, stephen sondheim, por ter ido ao teatro ver “twelve dreams” e pensar “esse james lapine é interessante, queria trabalhar com ele”. e também por ser amigo do lewis allen, que sugeriu essa grande parceria. SONDHEIM: Yes. And sometimes, it's not even working things out, it's knowing what the song is about. I saw your line, “There are only two worthwhile things to leave behind when you depart this world: children and art.” And I thought, That's something to sing about.
sunday in the park with george é uma das minhas peças favoritas, então poder entender um pouco de cada parte do processo criativo, pra mim, é como se fosse um presente. eu certamente acho que essa peça é um presente para o mundo e ler esse livro foi um quentinho no coração.
não gostei muito, fui lendo mais por ler por ser uma leitura facil e eu gostar bastante da trilogia de bright falls... mas senti que a cidadezinha de clover lake flopou. achei as protagonistas ok e o romance meio meh.
no entanto eu entendo completamente o conceito de idealizar um relacionamento baseado em a pessoa conhecer ou não hello dolly