
Sem dúvida que este foi o livro que me fez olhar para a escrita do autor, e ainda parece incrível ter sido escrito antes da LLM generativa ser uma coisa tão comum como os dias de hoje. O meu problema foi ter deixado metade do livro para ter terminado uns anos depois, o que, me faria avaliar talvez em 3 estrelas mas que recordei que avaliaria com 4 a primeira parte, logo o momento que comecei a ler metade do livro num par de dias sem conseguir abandonar tal escrita.
Definitivamente não o meu favorito da saga do Tomás Noronha. Vejo muito hate sobre o autor, deve dar pontos sociais, mas não há grande motivo, sim é dump de informação sim este de facto para mim não foi o meu favorito porque menos desenvolvido foi o arco das personagens, sim novamente foi despejar de informação de pessoa esperta para pessoa parva, normalmente a personagem parva é o protagonista, no entanto é caso para não ler? Para mim não, foi oportunidade para reaprender uma ou outra coisa, mas que de facto existem partes completamente de revirar os olhos e despejo e repetição de informação até reconhecida pelos personagens muitas vezes enfadados sem dúvida, isso é evidente nos “como já te disse” ou “espera, deixa-me terminar” que me irritam na vida real quanto mais no lazer da leitura de um livro. Se é um bom romancista, de longe, os arcos dos personagens nunca chegam a ser devidamente desenvolvidos, se dá gozo a ler, sem dúvida que dá, e no final isso é o que importa.
Well, it's my all time favorite show, and after the ending of season 6 I had to continue to read the story. I loved until more than half of it, after that I felt that it was losing some steam. The ending is like a season finale so I will have to go to the next book to get the ending of this Duarte and Laconian arc. But after all it was like seeing an old friend (a lot of them), and so glad that we can continue reading The Expanse for more 3 seasons after the show.
Foi o primeiro livro de Saramago que me meti a ler, e admito que inicialmente não foi fácil. Eram vírgulas a mais, pontos de interrogação que não existiam para depois existirem a mais, mas a menos de meio habituei à diferença de cadência e que a pontuação mais serve para nos pontuar do que ao texto. Quanto ao conteúdo, poderemos estabelecer paralelismos com uma sociedade cega que é apenas abraçada e sobrevivente por quem vê, onde apenas poderemos desejar que seja essa temporária.
Poderemos nesta analogia ver até onde pode decair a sociedade cega. E não é nada bonito de se ver.
Este foi o primeiro livro de que tinha ouvido falar deste autor, o primeiro que me despertou o interesse, no entanto só depois de ter lido outros três finalmente avancei com a compra e leitura, de um livro que é de um tema que me é muito caro. O enredo apesar de não muito complexo apresenta-se numa escrita mais objetiva que os textos dos livros mais antigos, e isso foi bastante fulcral na parte de leitura mais difícil, a do matadouro, sim escrito com um detalhe cru e necessário.
Um livro essencial, e escrito com muita coragem, pois decerto não faltarão os behavioristas que depressa reagiram à publicação.
Só me mordi ligeiramente no final pois a Flor quando abordada pela naturalidade ou não da suplementação da B12 poderia ter atirado ao Tomás que essa já lhe era feita de forma não natural uma vez que é administrada aos animais consumidos.
No entanto, por outro lado, a questão do que é natural ou não já foi abordada e encarada pelo Tomás sobre tudo o que é feito pelos humanos, à semelhança de um ninho feito pelos pássaros deveria também ser considerado natural.
Claro que a minha avaliação a este livro terá de ser o valor máximo, e assumo que a temática representa a maior razão pela avaliação. Mas também na forma informada com que já nos habituou este autor, tirando uma ou outra pequena coisa que se possa apontar.
Obrigado pela escrita.
Gostei bastante de o ler, novamente é um livro com o qual numa história interessante aprendemos algo sobre a realidade por mais que em formato de ficção.
Percebo a crítica de alguns quando na expectativa de uma ação mais continuada se encontrem mais momentos “parados”, em que se remeta simplesmente numa conversa sobre um determinado tema até à exaustão, ora, na minha opinião e única crítica prende-se nisso, há uma repetição uma certa revisão da matéria que alguns até lhe podem chamar de auto-plágio, não é necessariamente mau se lerem o livro de forma espaçada, mas quem leu o livro em 3 dias como eu pode ser um certo enfado. Quase tão elevado como as vezes que Tomás Noronha precisa de comer. Eu até percebo que é um bom subterfúgio para nos conseguir também alimentar da cultura dos locais por onde passa, mas por vezes é um exagero que espero que tenha uma boa rotina no exercício físico para queimar o que come.
De quem começou por ver a adaptação na série, o livro é completamente distinto, mas no final sai uma ideia do que Tomás Noronha poderá ter escrito que poderá corresponder ao conteúdo da série.
Quem nunca leu um livro de José Rodrigues dos Santos e está de pé atrás, recomendo que iniciem a leitura, há o comparativo com o Dan Brown mas sinceramente a escrita e recolha de informação é na minha opinião superior à do correspondente Norte Americano, mesmo contando com o auxílio de ser escrito originalmente em português a par de uma qualquer tradução.
Tinha começado por ler o Imortal mas enquanto não o volto a ter disponível para ler decidi e bem voltar ao início do primeiro livro de Tomás Noronha.