
wtf???horrivel
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Read 40 books by December 31, 2026
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No começo até achei interessante essa vibe de alienação e pressão social, tipo, a sociedade te sufocando pra você se encaixar. Mas depois virou só uma repetição de reclamações de vizinho, alucinações e o cara surtando cada vez mais. Fiquei perdida em várias partes, não entendi direito o que era real e o que era coisa da cabeça dele. O final então… cíclico, estranho, mas não me impactou como eu esperava. Achei mais frustrante do que assustador ou profundo.
No começo até achei interessante essa vibe de alienação e pressão social, tipo, a sociedade te sufocando pra você se encaixar. Mas depois virou só uma repetição de reclamações de vizinho, alucinações e o cara surtando cada vez mais. Fiquei perdida em várias partes, não entendi direito o que era real e o que era coisa da cabeça dele. O final então… cíclico, estranho, mas não me impactou como eu esperava. Achei mais frustrante do que assustador ou profundo.

Que livro fascinante! O livro não é apenas um relato, é um mergulho profundo e visceral na psique de Anaïs Nin durante um período transformador de sua vida em Paris.
O que mais me impressionou foi a capacidade da autora de colocar no papel, sem filtros, a complexidade das relações humanas, o desejo e a busca pela própria identidade. A dinâmica entre Anaïs, Henry Miller e June é um emaranhado de obsessões e jogos psicológicos que, embora confusos em vários momentos, prendem a atenção do início ao fim.
Um detalhe que me divertiu muito foram as cartas trocadas entre Henry e June. É curioso como, no meio de toda aquela tensão emocional e artística, eles mantinham uma correspondência extremamente engraçada e de cunho sexual, que revela uma intimidade crua e uma forma muito particular de se comunicarem. É um contraponto interessante à intensidade dramática que permeia o restante dos diários.
Gostei muito da forma como o livro explora a dualidade entre a vida que Anaïs levava com o marido, Hugo, e a "segunda vida" que ela construiu com Henry. Confesso que, durante a leitura, senti muita pena do Hugo, marido de Anaïs. Ele aparece como uma figura de tanta devoção e estabilidade em meio ao caos que a Anaïs vivia, que é impossível não se solidarizar com ele. Esse contraste entre o cuidado dele e a vida paralela que a Anaïs buscava traz uma camada extra de humanidade e melancolia para a história.
Saio dessa leitura completamente rendida ao estilo de escrita da Anaïs Nin. Foi uma experiência tão enriquecedora que já estou com planos definidos: quero ler todos os diários dela para continuar acompanhando essa jornada de autodescoberta. Recomendo muito para quem gosta de obras que não têm medo de expor a fragilidade e a força da alma humana
Que livro fascinante! O livro não é apenas um relato, é um mergulho profundo e visceral na psique de Anaïs Nin durante um período transformador de sua vida em Paris.
O que mais me impressionou foi a capacidade da autora de colocar no papel, sem filtros, a complexidade das relações humanas, o desejo e a busca pela própria identidade. A dinâmica entre Anaïs, Henry Miller e June é um emaranhado de obsessões e jogos psicológicos que, embora confusos em vários momentos, prendem a atenção do início ao fim.
Um detalhe que me divertiu muito foram as cartas trocadas entre Henry e June. É curioso como, no meio de toda aquela tensão emocional e artística, eles mantinham uma correspondência extremamente engraçada e de cunho sexual, que revela uma intimidade crua e uma forma muito particular de se comunicarem. É um contraponto interessante à intensidade dramática que permeia o restante dos diários.
Gostei muito da forma como o livro explora a dualidade entre a vida que Anaïs levava com o marido, Hugo, e a "segunda vida" que ela construiu com Henry. Confesso que, durante a leitura, senti muita pena do Hugo, marido de Anaïs. Ele aparece como uma figura de tanta devoção e estabilidade em meio ao caos que a Anaïs vivia, que é impossível não se solidarizar com ele. Esse contraste entre o cuidado dele e a vida paralela que a Anaïs buscava traz uma camada extra de humanidade e melancolia para a história.
Saio dessa leitura completamente rendida ao estilo de escrita da Anaïs Nin. Foi uma experiência tão enriquecedora que já estou com planos definidos: quero ler todos os diários dela para continuar acompanhando essa jornada de autodescoberta. Recomendo muito para quem gosta de obras que não têm medo de expor a fragilidade e a força da alma humana