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See all"“Who told you that there's only room for one person inside a story?” Alexis demanded. “That isn't true. That's never been true. You don't have to take things away from others if you want to have them for yourself! “
Depois do fechamento da história de Jack e Jill, um contozinho pra cimentar mais a relação da Jack com a Alexis, mostrando como foi o primeiro encontro delas e mais da relação da Jack com o Doutor - mais do ponto de vista dele em relação a ela, o que deu ainda mais uma camada à relação deles e torna Come Tumbling Down mais doloroso e fofinho ao mesmo tempo. Eu gosto dessas adições à história principal, principalmente quando foca em personagens secundários e mundos que talvez não tenhamos a chance de conhecer seguindo o plot dos livros ímpares.
“The oldest stories said Mariposa began with a song, and like all songs, it would end with silence.”
Um conto fofinho mostrando Mariposa, o mundo da porta do Christopher, como ele ganhou a flauta de osso dele e um pouco do relacionamento com a sua amada Garota Esqueleto. Não teve tanto desenvolvimento, afinal é só uma ceninha pra contextualizar um pouco o personagem - talvez por que em livros futuros ele vá ter um destaque maior ou o leitor vai passar por Mariposa em algum momento, mas eu gostei da história de como aquele mundo foi criado, e quero descobrir se o Christopher em algum momento vai voltar pra sua amada.
“What is godhood against the need of a child to save her brother? Nothing, I tell you.”
Um conto interessante sobre coragem e poder das histórias, com o pano de fundo histórico de uma guerra civil e os efeitos de conflitos assim sobre a população, principalmente crianças e mulheres. Gostaria que a Silvia tivesse explorado mais um pouco os personagens secundários e a relação da protagonista com eles, mas por ser um conto e ter um tempo ‘limitado', acabou que como isso não acontece, perdi um pouco da conexão com eles, então não me importei muito com ninguém durante a leitura - o que acabou sendo um problema, por que não temi em momento nenhum pelos personagens, e fui lendo mais de curiosidade do que por estar investida na história. Eu gosto muito da escrita da Silvia Moreno-Garcia, e sei que ela gosta bastante de colocar elementos sobrenaturais nas suas história, então foi isso que vim esperando aqui, mas ou ela me deu uma puxada de tapete ou vim com uma expectativa totalmente equivocada do que seria essa história, por que no final fiquei um pouco decepcionada. Não por ser um conto ruim, mas por não ser o que eu estava esperando e por essa falta de conexão com os personagens. Também achei o final meio abrupto e anticlimático pra mim, não sei, esperava algo mais empolgante ou uma grande reviravolta. Talvez o problema maior tenha sido realmente minha expectativa, mas acabou que não foi uma história que funcionou tão bem pra mim.
"Por não trazer certezas, a esperança também podia ser dolorosa."
Eu gostei MUITO dessa novella! Eu adorei a ambientação estilo noir, com a coisa do investigador particular mas com um toque supernatural, e a mistura de eventos reais (o New Deal, a questão dos bares LGBTQ clandestinos tal qual os da lei seca) com o fantasioso, sem falar que eu adoro esse rolê de anjos e demônios (Constantine é um dos meus filmes favoritos,inclusive😝). A autora soube trabalhar bem o ritmo, de forma que a cada parte tinha uma revelação ou plot twist que me instigava a ler mais - a chefe dela sendo o demônio que tinha a alma dela me pegou legal! Algumas coisas eu consegui pegar antes de acontecer, mas a maioria me surpreendeu e me fez devorar até o fim numa sentada. Amei a Edith como protagonista, e a relação dela com o irmão, a namorada e a chefe/demônio (inclusive, melhor personagem), mas achei que algumas coisas poderiam ter sido melhor explicadas, tipo a sociedade de magos lá que a Edith foi expulsa e como funciona. Eu já imaginava como o livro ia acabar desde o momento da cena dela lendo o Grande Gatsby e a menção ao título do livro, e isso fez o final ser bem agridoce, por que apesar de saber, eu ainda torci pra tudo dar certo no final. Não fiquei muito chateada da Edith ter trazido a namorada de volta, apesar dela estar lá feliz no céu, mas isso por que eu tava querendo elas juntas no fim kkk Mas entendo o ponto de quem não gostou disso, por que realmente, ela trouxe de volta pessoas que já estavam em paz, por “egoismo”, porém eu entendo também como deve ser desesperador perder um ente querido e ter acesso a um meio de trazê-lo de volta. Eu terminei o livro feliz com o desenrolar das coisas e com a história como um todo, tanto que dei 5 estrelas e favoritei, mas confesso que queria que a autora escrevesse outros contos ou novellas nesse universo - alguns casos da Edith antes do que rolou nesse livro, algum acompanhando o irmão dela... enfim. Valeu super a leitura, uma história rápida e gostosa de ler!
“It is a beautiful irony that the great queen we've ever had is the first to take off her crown.”
I absolutely LOVED getting back into this world. The Lunar Chronicles is one of my favorite book series ever and I've missed it a lot. I was so good revisiting these characters, see what became of them, how they are faring and the new adventures they have to face. Iko is the main character here and she's on a mission to retrieve the lunar soldier mutant operatives that have gone rogue after Cinder was crowned queen. Iko was always hilarious and sassy and I love her a lot. The dynamics between her and Kinney is so good and I liked how Meyer explored it. The plot is fast paced and I liked that we're seeing Cinder's plans to rule, the struggles she's facing after the peace - nothing is magically resolved after Levana was defeated, there's a lot of things to work out. We also have a ‘feature' of all our favorite characters and had lots of cute romantic moments between the ships. MY CRESSELL IS ALIVE AND IT'S BEAUTIFUL. Obviously, I loved every single page and can't wait to get my hands on the second volume already.