Estou dando quatro estrelas mas com um misto de sentimentos que nem sei explicar. Começando que eu não sei explicar nem o que acabei de ler. Acabei pegando alguns spoilers do livro anterior, mas nada que atrapalhasse o andamento da leitura. No final das contas, apesar da confusão entre mistérios, reflexões e muitas pessoas diferentes e iguais ao mesmo tempo, gostei bastante de conhecer a escrita de Murakami. Acho que nem fez sentido o que escrevi aqui. :)
Terminei a leitura de “Todos nós vemos estrelas” com um sorriso no rosto, feliz pela publicação e pelo sentimento de esperança. Parabéns aos autores pela obra, pelos personagens e pelo início da trama de um reino que parece ter muito a se explorar. Tudo no conto é bem explicado e, apesar de não ser tão aprofundado, são muitas informações na medida certa para eu terminar a leitura sem a sensação de que estava perdido naquele universo. Gostei bastante. Poucas obras que li até hoje de fantasia nacional me deixaram curioso para conhecer mais em outros livros. 4,5*
Gostei dos diálogos das protagonistas ao mesmo tempo em que somos apresentados aos seres e características do mundo criado por Renato. O mundo já aparenta ser muito maior do que as informações que nos são dadas durante a leitura, com muitos termos, nomes de povos e classificações e encantamentos. Senti falta de um pouco de explicação em poucos momentos, mas entendi que tudo será devidamente explicado em “Sangue Azul”, o romance a partir do qual esse conto foi originado (é isso? Hahaha). Atento ao desenrolar da trama!
História sincera, bonita e super bem escrita, é um livro que me interessou desde a capa e passei alguns meses para conseguir pôr as mãos em uma edição e um pouco mais para começar a ler. A história de Tom e Juan Salvador é toda regada ao sentimento de amizade, dedicação e companheirismo entre os dois. Além disso, tem momentos muito divertidos ao longo de toda a narrativa, que é de fato uma história sendo contada, não apenas fatos jogados - por ser real. Em alguns momentos senti falta do pinguim porque o autor focou em outras coisas e personagens que aparecem ao longo dos dias, mas o livro acabou se tornando uma espécie de guia e enciclopédia sobre lugares diferentes e quase um manual de animais marinhos, o que achei muito interessante. No final das contas, o livro foi daqueles que terminei com o coração quentinho, embora apertado, com a emoção na medida certa pra deixar aquela lágrima cair no cantinho do olho.
Achei legal como a autora construiu a visão das crianças sobre a Segunda Guerra e sobre a situação em que elas se encontram ali naquele hospital. A história é até emocionante, mas consigo entender quando pode ser repetitiva em alguns momentos.
Me perdi um tanto nas explicações sobre a história por trás de Emmaline, a protagonista, pra me fazer gostar um pouquinho mais dela - que é meio chatinha, às vezes, coitada - ou mesmo conhecer de onde ela veio, embora esteja lá (só não achei tão explicativo quanto gostaria).
Leitura super rápida e bonitinha com crianças por quem você acaba torcendo e querendo saber o que vai acontecer no fim das contas. Sobre os cavalos, não sei dizer, mas eles estão lá pra quem quiser ver - como não consegui definir e a própria autora disse que o esquema é esse mesmo, joguei em realismo mágico e em fantasia. Tudo certo. 3,5*
“Terminei” o livro sem grandes emoções. Salvo três ou quatro contos (O gato preto, O poço e o pêndulo, Enterro prematuro...), não senti suspense ou terror nos outros que li - passaram “batidos”. Não sei se os contos do autor são sempre assim (porque sempre ouço falar maravilhas) ou se a seleção para esse livro não foi bacana - o que acredito que tenha acontecido. Já havia sido alertado de que não era uma ótima leitura, mas insisti em conhecer.
Lindo livro! Comecei meio sem querer terminar porque na verdade nem estava tão na vibe. A Lista de Brett vai falar de seguir os seus sonhos - mas aqueles sonhos que você nem lembrava que tinha e que são verdadeiros. As relações que Spielman criou aqui são muito bonitas. Brett tem ambições que são muito bem exploradas, embora em alguns momentos tenha chegado a pensar em “drama demais para situação de menos”; daí me coloquei no lugar de Brett e o que ela passa no livro é bastante coisa... Não tem um final surpreendente, mas é tão bem feito que me deu aquela sensação boa pela personagem.
Primeiramente é um livro triste desde a primeira frase do primeiro parágrafo. Os temas que encontrei aqui, como morte, amor, diferentes culturas, religião, luto, amizade, perdas, solidão, estão todos ligados e, embora não seja exatamente pesado, é um livro denso. Apesar disso, a escrita da autora faz com que a leitura seja rápida. O dia do nascimento de Joia desencadeia todos os fatos em que o livro se constroi, e muitas vezes foi difícil ler sem me emocionar com as palavras da menina. Ótimo!
Desde o começo da leitura não tem como negar que existe um tanto de horror ou mistério como clima dos contos, em geral. Achei que o conjunto dos contos teve essa atmosfera densa. Apesar de serem poucas páginas, demandam um pouco mais de esforço do leitor (ou pelo menos, de mim). Tem muito de realismo fantástico e surrealismo no livro, muito da morte e outros temas como sonhos e loucura.
Divertido! Gostei de como elementos “mais sérios” foram envolvidos na trama. Não que seja algo que deva ser discutido pela sociedade, mas um cenário que fugisse um pouco da “comédia pela comédia”. Tem uma investigação, alguns segredos guardados e tudo mais, aí no meio. Não foi um livro que me fez dar muitas gargalhadas, mas Poppy me divertiu em alguns momentos. Achei como um daqueles filmes de sessão da tarde que passam rapidinho. Bom livro!
Comecei a leitura pensando “nossa, temos aqui um personagem que se acha superior ao mundo inteiro” e achei que não enfrentaria fácil na leitura. Pelo contrário, é um livro super bem escrito e com muita coisa envolvida - traição, conspiração, ambições e perseguições, além de muita gente bandida. Minha vida era um plotar Twist a cada instante, em determinado ponto. Tudo que acontece vai se encaixando e no final você tem um livro do gênero policial super divertido e com uma história muito legal também. Por um momento pensei que as coisas ficariam sem pé nem cabeça, mas deu certo. Não é o livro que vai mudar a sua vida, então os personagens também não são aqueles que você vai criar grandes laços de simpatia, pelo menos comigo foi assim. Apesar disso, ótima leitura.
Foi um bom livro mediano, na minha opinião. Comecei com as expectativas um pouco altas, porque as pessoas sempre falaram maravilhas dessa série (e acredito que melhore nos próximos livros, sim), mas já no segundo capítulo percebi que a história seria um pouco “rasa”.
Pelo menos nesse livro, os personagens não são tão profundos, as coisas acontecem um pouco superficialmente e muito rasas, no sentido de tudo ser muito rápido. Em um momento as coisas estão sendo discutidas, no outro já se passou um mês e tudo está se desenrolando. Não me apeguei muito aos personagens em geral, mas alguns deles ganharam a minha simpatia. Ah, a orelha do livro me enganou.
Gostei da história, mas não morri de amores. Quero ler os próximos livros pra saber no que vai dar essa resenha toda. Essas 4 estrelas seriam 3.5. :)
Havia momentos em que eu gargalhava com John Jacob Turnstile, outros em que não tem como não sentir tristeza pelo que ele passou. Além de tudo, sentir muita raiva de personagens desprezíveis e entender (ou imaginar) ainda um pouquinho do que aconteceu na vida real - embora esse seja um livro de ficção. O relato do nosso narrador é incorrigível, e se tornou um dos meus personagens preferidos de sempre. Um dos melhores livros que já li - se brincar é um daqueles que se transforma em livro “da vida”! Já tô com saudades dessa história.
Desde as primeiras páginas eu consegui me conectar aos personagens (nas duas narrativas), embora um tenha se sobressaído mais que o outro. Em vários momentos me peguei dando risada conforme as cenas iam acontecendo. Me pareceu uma história muito real porque já conheci muitas pessoas que se assemelham aos personagens, principalmente a Tiny. Me diverti durante toda a leitura, torci pelo bem dos personagens e por um final feliz - inclusive, me emocionei bastante, sim.
AINDA NÃO SEI ESTABELECER UMA ORDEM DE PENSAMENTOS PARA ESSE FINAL. Imaginei algo completamente diferente, e do jeito que foi, foi muito melhor, embora não imaginasse que teria que esperar até o último parágrafo para saber de fato o que acontece.
Passei o livro inteiro me sentindo no meio de uma névoa sombria, com um clima meio sobrenatural mas, ao mesmo tempo, agradável de estar - que me dava curiosidade de saber o que iria acontecer. Muito legal! Apesar disso, ao longo do livro também pensei que as coisas estavam ficando previsíveis. Não no sentido do que iria acontecer, mas de que ia acontecer alguma coisa. Na verdade acredito que nem esteja dizendo isso como reclamação, porque era o que me fazia seguir capítulo a capítulo, lendo quase o livro todo em um dia. Ao longo da leitura, as coisas vão acontecendo e, quando se vê, não se quer mais largar o livro.
Acho que determinada informação que foi apresentada, poderia ter sido mostrada antes, e não num momento de “ah, vou jogar isso aqui agora porque a situação ‘exige' essa informação” ou algo do tipo... Pra balancear, gostei muito do desenrolar da história, dos personagens, do desfecho!!!!!
Certamente muito mais pontos positivos do que pequenas observações que não me encantaram. Não foi uma leitura perfeita, mas quase lá hahah EXCELENTE!
Comecei a ler Jo Nesbo por O boneco de neve que, se não me engano, é o oitavo livro da série Harry Hold. A escrita do autor nesse livro é bem menos ambiciosa e/ou elaborada quanto as cenas e ao contexto em geral. Apesar disso, a história ainda é envolvente.
Acho que algumas cenas acontecem muito rápidas. Em um capítulo algo estar para acontecer e no começo do outro capítulo já estamos em uma situação desenvolvida que vai sendo justificada ou explicada depois.
É um bom livro do gênero e um bom início dá serie, embora ainda ache também que Harry poderia ter sido mais explorado em questões do passado. Como já falei em algum comentário internet afora, acredito que isso irá acontecer ao longo das série. :)
Um contemporâneo (que pode não ser) como nenhum outro. Sem marcação temporal, pode ser de qualquer época, mas traz o cenário nordestino, aborda a fome, a força da mulher e o “ser mulher” dividindo uma presença masculina opressora. Ainda não sei falar muito sobre esse livro, mas a narrativa de Sheyla brinca com as palavras e desconcerta o leitor, como no meu caso: achei que não estava entendendo. Tem ritmo e tem conteúdo, um toque de terror e realidade. E muita coisa que eu acho que não consegui pegar. Deve ter sido a experiência mais diferente que já tive com literatura nacional - e qualquer outra, se bobear.