

A metáfora é dissecada e utilizada de forma incoerente e confusa, numa mistureba irresponsável de conceitos e paradigmas, enchendo linguiça até não poder mais. O propósito prático do autor pode ser em alguns momentos positivos, mas a forma é extremamente enfadonha, repetitiva e aparvalhada.
A história original é bem simples: quando nos acostumamos a uma situação de inferioridade, podemos demorar até reconhecer que podemos atualizar potências inerentes e sermos mais do que somos no momento. Isso tem uma dimensão individual (embora nesse caso tenha conotações meio arrogantes) mas principalmente social, que é o contexto original da história (Gana colonial), que trata da coragem para fazer lutas sociais contra desigualdes e injustiças. É isso. O resto é uma hipermetaforização absurda.
A metáfora é dissecada e utilizada de forma incoerente e confusa, numa mistureba irresponsável de conceitos e paradigmas, enchendo linguiça até não poder mais. O propósito prático do autor pode ser em alguns momentos positivos, mas a forma é extremamente enfadonha, repetitiva e aparvalhada.
A história original é bem simples: quando nos acostumamos a uma situação de inferioridade, podemos demorar até reconhecer que podemos atualizar potências inerentes e sermos mais do que somos no momento. Isso tem uma dimensão individual (embora nesse caso tenha conotações meio arrogantes) mas principalmente social, que é o contexto original da história (Gana colonial), que trata da coragem para fazer lutas sociais contra desigualdes e injustiças. É isso. O resto é uma hipermetaforização absurda.