

É um livro com mais pontos negativos do que positivos, pra ser sincero. Não gostei do estilo dele. At all. Pobre, repetitivo, óbvio e vulgar (no sentido de não ser (nada) sutil). Não gostei dos personagens; alguns inconsistentes (o que algumas vezes se relaciona a uma inconsistência em relação à história mesmo), outros chatos; todos bidimensionais, rasos. Toda a história de Lorien e Mogadore é maniqueísta, porcamente rascunhada, com culturas arbitrariamente desenhadas e um ambientalismo totalmente forçado.
Por outro lado, o que me impede de dar uma ou duas estrelas é que, apesar da mistura de aliens (cujo uso na tradução brasileira fica bem pouco natural) com magia ser esquisita de um jeito levemente ruim (seja porque é mal executada ou porque ignora uma certa consistência de universos alternativos - isso não vem ao caso), a trama é particularmente envolvente. A questão de que você só pode matá-los em sequência e tal. É uma premissa original e bem interessante, mas que poderia ser melhor aproveitada em outros contextos. Espionagem internacional, vingança (como em Kill Bill, embora nesse caso a ordem da matança foi uma vontade, não uma necessidade), um serial killer peculiar, etc. O outro ponto alto é a dinâmica e a vivacidade que as batalhas transmitem. É definitivamente um aspecto positivo do livro, e as últimas 70 páginas --- com a exceção das últimas ~10, que voltam a ser bem ruins --- são bem empolgantes.
É um livro com mais pontos negativos do que positivos, pra ser sincero. Não gostei do estilo dele. At all. Pobre, repetitivo, óbvio e vulgar (no sentido de não ser (nada) sutil). Não gostei dos personagens; alguns inconsistentes (o que algumas vezes se relaciona a uma inconsistência em relação à história mesmo), outros chatos; todos bidimensionais, rasos. Toda a história de Lorien e Mogadore é maniqueísta, porcamente rascunhada, com culturas arbitrariamente desenhadas e um ambientalismo totalmente forçado.
Por outro lado, o que me impede de dar uma ou duas estrelas é que, apesar da mistura de aliens (cujo uso na tradução brasileira fica bem pouco natural) com magia ser esquisita de um jeito levemente ruim (seja porque é mal executada ou porque ignora uma certa consistência de universos alternativos - isso não vem ao caso), a trama é particularmente envolvente. A questão de que você só pode matá-los em sequência e tal. É uma premissa original e bem interessante, mas que poderia ser melhor aproveitada em outros contextos. Espionagem internacional, vingança (como em Kill Bill, embora nesse caso a ordem da matança foi uma vontade, não uma necessidade), um serial killer peculiar, etc. O outro ponto alto é a dinâmica e a vivacidade que as batalhas transmitem. É definitivamente um aspecto positivo do livro, e as últimas 70 páginas --- com a exceção das últimas ~10, que voltam a ser bem ruins --- são bem empolgantes.